A Advocacia-Geral da União (AGU), o Banco Central e a Caixa Econômica Federal decidiram combater no Supremo Tribunal Federal a ação em que o partido Solidariedade, presidido pelo deputado Paulinho da Força, pede o reajuste dos depósitos do FGTS. A avaliação é que a ação foi proposta em um momento econômico adverso, às vésperas de o STF julgar os planos econômicos, e com o intuito de obter ganhos político-eleitorais. O Solidariedade quer a substituição da Taxa Referencial na correção dos saldos do FGTS por um índice de preços que reponha as perdas inflacionárias. O Instituto FGTS Fácil, ONG que acompanha o fundo, estima que o reajuste de todos os saldos pelo IPCA ou INPC, desde 2002, geraria despesa de R$ 160 bilhões. Das 46,2 mil ações individuais sobre o assunto, 22,7 mil já foram julgadas e a Caixa venceu 99,5% delas. As informações são do jornal Valor Econômico.

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